Dizem que tudo nessa vida tem começo, meio e fim!
Não sei usar minhas melhores palavras, nem as minhas melhores rimas pra arriscar nesse momento.
O blog apareceu num momento de busca. E apesar de concordar que ainda não encontrei o que procurava, devo admitir que é uma busca muito diferente da que eu vinha fazendo no começo de tudo isso.
Este seria o quinto ano de postagens, por isso acho natural que as coisas mudem!
É com muita certeza que estou encerrando minhas letras nesse espaço e dando um até logo para as muitas pessoas que passaram por aqui.
A verdade é que venho prolongando esse adeus por pelo menos 1 ano. Sempre que eu comentava com as pessoas ao meu redor o desejo de fechar o espaço, eles sempre me convenciam a não fazer.
Mas no fundo, todo coração sabe a hora certa de ir embora.
Talvez, algum dia eu volte com novos questionamentos em um novo espaço.
Não vou bloquear o blog, pois acredito que ele seja parte de quem eu fui.
Continuarei com as minhas fotos no Flickr, mas sem muitas filosofias!!! =)
Por hora prefiro o silêncio e me preparo para minha nova vida!
Até breve pessoal!
Felicidades sempre!
domingo, 6 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
O Aroma das Coisas
Ele sempre me fala que eu sofro demais, penso demais.
Que deveria aliviar minha mente e assim relaxar.
Mas, ele não vê o que eu vejo!
Uma atitude não está desvinculada de uma personalidade, de uma história, de uma decisão.
Com o passar dos meus anos eu aprendi muito mais do que ler.
Hoje em dia eu já até sinto o cheiro de algumas entrelinhas.
Que deveria aliviar minha mente e assim relaxar.
Mas, ele não vê o que eu vejo!
Uma atitude não está desvinculada de uma personalidade, de uma história, de uma decisão.
Com o passar dos meus anos eu aprendi muito mais do que ler.
Hoje em dia eu já até sinto o cheiro de algumas entrelinhas.
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Dos céus
Então, me lembro que da ultima vez que pedi alguma coisa para os céus, fui prontamente atendida.
Com surpresa e em meio a lágrimas, porque nem todo resultado é bom, prometi que iria pedir pouco.
Anos se passaram, mas foram anos mesmo. Acho que uns 9 anos.
E não é que eu inventei denovo de pedir uma coisa pro céu no dia 31 de dezembro?
Pedi tranquilidade, paz para o novo ano que começa e para a nova vida que começa a virar projeto sólido.
No dia seguinte, recebo uma ligação com o pedido prontamente atendido.
Coisa de gente maluca. Eu sei.
Se esta sendo fácil? Não!
Sempre doí cortar o peso extra de uma vida.
Decisões celestes não são para se ignorar.
E de certo modo, nem reclamar!
Com surpresa e em meio a lágrimas, porque nem todo resultado é bom, prometi que iria pedir pouco.
Anos se passaram, mas foram anos mesmo. Acho que uns 9 anos.
E não é que eu inventei denovo de pedir uma coisa pro céu no dia 31 de dezembro?
Pedi tranquilidade, paz para o novo ano que começa e para a nova vida que começa a virar projeto sólido.
No dia seguinte, recebo uma ligação com o pedido prontamente atendido.
Coisa de gente maluca. Eu sei.
Se esta sendo fácil? Não!
Sempre doí cortar o peso extra de uma vida.
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Sossego
Primeiras impressões do ano que acaba de começar...
Passei o feriado do ano novo fora de Belo Horizonte em dias muito tranquilos. Espero que todos tenham tido um final de ano sensacional.
Feliz 2011 para todos!
Passei o feriado do ano novo fora de Belo Horizonte em dias muito tranquilos. Espero que todos tenham tido um final de ano sensacional.
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
O mundo sem véu
Um dia o destino bateu na minha porta e disse:
- Levanta a cabeça e ande!
Você, sabendo que ia me perder falou:
- Vai! Mas me guarde dentro do seu coração!
O que faz doer na escolha é saber que não tem volta.
Naquele mesmo dia eu olhei pro céu e gritei:
- Deus, porque você me deixa ver tanto?
Ele sempre complacente respondeu:
- Minha filha, porque esse é o seu desafio!
- Levanta a cabeça e ande!
Você, sabendo que ia me perder falou:
- Vai! Mas me guarde dentro do seu coração!
O que faz doer na escolha é saber que não tem volta.
Naquele mesmo dia eu olhei pro céu e gritei:
- Deus, porque você me deixa ver tanto?
Ele sempre complacente respondeu:
- Minha filha, porque esse é o seu desafio!
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sábado, 25 de dezembro de 2010
Andanças
"o tempo..."
"dedinhos tortos"
As vezes me esqueço se coloquei certas fotos, certas música, certas poesias aqui no blog.
Fico tentando voltar nas paginas antigas e conferir.
Mas, confesso que não gosto muito. Não gosto muito de ficar "fuçando"no que ja fiz ou escrevi por aqui. Portanto, se eu repito é porque gosto demais e peço desculpas antecipadamente se isso ficar um pouco cansativo!
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010
O que fica
Dos pequenos momentos de inspiração que tenho,
se não os abro, desfaço-os, me esforço e absorvo,
eles se vão. Uma pena que voa em suave manhã.
Minha vida que flutua entre escolhas e encontros,
sova a massa do destino e sem opção de saber,
arrisca cada pedaço suave da tristeza inerente.
Você, que é a melhor parte de alguém, me vê.
Como se isso ainda não fosse suficiente, insiste.
Você se esforça, por mim, por você, por nós.
se não os abro, desfaço-os, me esforço e absorvo,
eles se vão. Uma pena que voa em suave manhã.
Minha vida que flutua entre escolhas e encontros,
sova a massa do destino e sem opção de saber,
arrisca cada pedaço suave da tristeza inerente.
Você, que é a melhor parte de alguém, me vê.
Como se isso ainda não fosse suficiente, insiste.
Você se esforça, por mim, por você, por nós.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Devaneios no meio da semana
I
Não me arrependo do que faço.
Mas, também não me arrependo
do que deixo de fazer.
II
Escolher entre dois amores não é difícil!
Difícil é escolher que tipo de amor eu vou ser.
III
Alguns falam que não são desse mundo.
Acho engraçado, porque eu não sou desse universo.
IV
Muitas vezes, penso que penso demais.
Em seguida?
Mais uma vez penso:
- Vou pensar em não pensar!
Mas desisto depois de algum tempo.
Se tiver que escolher, prefiro morrer.
V
Tenho tanto para viver ainda que sinceramente?
Tenho muita preguiça.
Não me arrependo do que faço.
Mas, também não me arrependo
do que deixo de fazer.
II
Escolher entre dois amores não é difícil!
Difícil é escolher que tipo de amor eu vou ser.
III
Alguns falam que não são desse mundo.
Acho engraçado, porque eu não sou desse universo.
IV
Muitas vezes, penso que penso demais.
Em seguida?
Mais uma vez penso:
- Vou pensar em não pensar!
Mas desisto depois de algum tempo.
Se tiver que escolher, prefiro morrer.
V
Tenho tanto para viver ainda que sinceramente?
Tenho muita preguiça.
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Apenas um registro
Estava deitada na minha cama e peguei um antigo livro de poesias da Cecilia Meireles que tenho e adoro. Tipo uma compilação dos melhores poemas.
Minha intenção era ler apenas o prefácio da edição escrito pelo incrível Fabricio Carpinejar.
E não é que me deparo com um parágrafo que me lembrou exatamente a poesia que postei ontem! Olha só:
"O verso equipara-se às braçadas no oceano. Trata-se de um processo respiratório, de controle de ar. Mergulhar na sensação e subir a tona para respirar. Uma conclusão afetiva do fundo sucedida por uma observação prática da superfície. Subir com os olhos para prever o ponto em que se nadou e novamente mexer os braços em direção ao fundo. Inspirar, respirar. (...)"
Acabei me lembrando de uma cena no final do filme Naúfrago com o Tom Hanks em que ele fala:
- Eu sei o que preciso fazer. Eu preciso respirar.
Enfim acho que é bem isso. Alguns se sentem bem no fundo do mar. Outros são "peixes de superfície". Mas no final estamos todos no mesmo oceano.
Respirar... Talvez seja essa a solução de muitos problemas.
Minha intenção era ler apenas o prefácio da edição escrito pelo incrível Fabricio Carpinejar.
E não é que me deparo com um parágrafo que me lembrou exatamente a poesia que postei ontem! Olha só:
"O verso equipara-se às braçadas no oceano. Trata-se de um processo respiratório, de controle de ar. Mergulhar na sensação e subir a tona para respirar. Uma conclusão afetiva do fundo sucedida por uma observação prática da superfície. Subir com os olhos para prever o ponto em que se nadou e novamente mexer os braços em direção ao fundo. Inspirar, respirar. (...)"
Acabei me lembrando de uma cena no final do filme Naúfrago com o Tom Hanks em que ele fala:
- Eu sei o que preciso fazer. Eu preciso respirar.
Enfim acho que é bem isso. Alguns se sentem bem no fundo do mar. Outros são "peixes de superfície". Mas no final estamos todos no mesmo oceano.
Respirar... Talvez seja essa a solução de muitos problemas.
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
O eterno mergulho
Mais fácil fixar minha atenção no invisível,
no que nossas comuns palavras já ditas.
Sou mais inteira quando fico assim: Sensível.
Como aqueles peixes de águas profundas, esquisita.
Muito mais interessante a chance do sonho
do que a realidade pesada da rotina.
Só que agora, já velha enfrentei uma escolha,
subo para superfície. Não bem o que queria.
Fui por causa de você e de um possível futuro.
Vou, fico um pouco, mas sempre volto pro fundo.
Minha vida é assim: Todo dia um mergulho.
no que nossas comuns palavras já ditas.
Sou mais inteira quando fico assim: Sensível.
Como aqueles peixes de águas profundas, esquisita.
Muito mais interessante a chance do sonho
do que a realidade pesada da rotina.
Só que agora, já velha enfrentei uma escolha,
subo para superfície. Não bem o que queria.
Fui por causa de você e de um possível futuro.
Vou, fico um pouco, mas sempre volto pro fundo.
Minha vida é assim: Todo dia um mergulho.
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
Reciclagem
Acho engraçado isso:
O meu passado é o presente/futuro de alguém.
Indo mais além:
O meu presente/futuro foi o passado de alguém.
Somos todos reaproveitáveis.
O meu passado é o presente/futuro de alguém.
Indo mais além:
O meu presente/futuro foi o passado de alguém.
Somos todos reaproveitáveis.
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010
A pedra do Drummound
Acabei de chegar em casa após um dia inteiro de trabalho.
Estava voltando super cansada e no meio do caminho parei em um sinal numa grande avenida. Olhei pela janela e vi um grupo de 4 crianças numa praça.
Elas tinham no máximo 10 anos, estavam sem as blusas e corriam por entre os esguichos de água das fontes da praça.
Davam gargalhadas, faziam piruetas, davam pulos.
Fiquei olhando e pensei: Alegria é uma coisa meio que contagiosa!
As pessoas olhavam e sorriam também! Nada mais revigorante do que ver a felicidade mesmo que alheia.
Logo em seguida, e não me pergunte o porquê, eu me lembrei do poema "No meio do caminho" do Drummond.
Eu e ele somos muito diferentes!
No meio do meu caminho não tinha uma pedra, no meio do meu caminho tinha uma flor.
Estava voltando super cansada e no meio do caminho parei em um sinal numa grande avenida. Olhei pela janela e vi um grupo de 4 crianças numa praça.
Elas tinham no máximo 10 anos, estavam sem as blusas e corriam por entre os esguichos de água das fontes da praça.
Davam gargalhadas, faziam piruetas, davam pulos.
Fiquei olhando e pensei: Alegria é uma coisa meio que contagiosa!
As pessoas olhavam e sorriam também! Nada mais revigorante do que ver a felicidade mesmo que alheia.
Logo em seguida, e não me pergunte o porquê, eu me lembrei do poema "No meio do caminho" do Drummond.
Eu e ele somos muito diferentes!
No meio do meu caminho não tinha uma pedra, no meio do meu caminho tinha uma flor.
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Minhas delicadezas
1 - As flores da primavera;
2 - Chá quente de camomila;
3 - A cor laranja clara;
4 - Minha mãe;
5 - Ver desenho nas nuvens;
6 - Nós dois detados no nosso futuro sofá;
7 - Soprar um dente de leão.
2 - Chá quente de camomila;
3 - A cor laranja clara;
4 - Minha mãe;
5 - Ver desenho nas nuvens;
6 - Nós dois detados no nosso futuro sofá;
7 - Soprar um dente de leão.
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Namorar um geminiano – Parte 1
E seu talento para fazer sempre o inesperado.
Cena 01:
Estamos na porta do cinema de um famoso shopping de BH.
Ele solta a seguinte frase olhando os pôsteres dos filmes:
- “Nossa, essa comédia romântica com a Drew Barrymore deve ser excelente. Acho que deveríamos ver.”
Juro, pela santa protetora dos vira-latas que ele falou isso.
E o pior, sem malícia!
Cena 02:
Na fila da bomboniere dentro do cinema eu pergunto se ele vai querer tomar refrigerante.
Ele afirma em alto e bom tom que não. Está evitando!
Ok, eu compro apenas um copo e entramos.
Assim que acabamos de sentar ele fala:
- “Me dá um gole do seu refrigerante?”
Cena 03:
As luzes se apagam e começam os trailers.
Ele falando baixo diz:
- “Você esta com o seu mp3 na bolsa?”
- “Sim, mas pra que?” (Surpresa)
- “Para eu escutar o placar do jogo do Cruzeiro no Brasileirão!”
Só o amor constrói. Juro!
Cena 01:
Estamos na porta do cinema de um famoso shopping de BH.
Ele solta a seguinte frase olhando os pôsteres dos filmes:
- “Nossa, essa comédia romântica com a Drew Barrymore deve ser excelente. Acho que deveríamos ver.”
Juro, pela santa protetora dos vira-latas que ele falou isso.
E o pior, sem malícia!
Cena 02:
Na fila da bomboniere dentro do cinema eu pergunto se ele vai querer tomar refrigerante.
Ele afirma em alto e bom tom que não. Está evitando!
Ok, eu compro apenas um copo e entramos.
Assim que acabamos de sentar ele fala:
- “Me dá um gole do seu refrigerante?”
Cena 03:
As luzes se apagam e começam os trailers.
Ele falando baixo diz:
- “Você esta com o seu mp3 na bolsa?”
- “Sim, mas pra que?” (Surpresa)
- “Para eu escutar o placar do jogo do Cruzeiro no Brasileirão!”
Só o amor constrói. Juro!
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
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